Atrativo · Foz do Iguaçu

Templo Budista Chen Tien

120 estátuas, três Budas e uma vista que alcança o Paraguai — de entrada franca.

Templo Budista Chen Tien — Foz do Iguaçu

Sobre

O Chen Tien foi construído em 1996 pelas comunidades chinesas da Tríplice Fronteira, e a escala surpreende quem chega sem expectativa: cerca de 120 estátuas espalhadas pelo terreno, cada uma representando uma reencarnação de Buda, e um templo principal de mais de dois mil metros quadrados em dois andares, onde fica a Casa do Mestre.

São três Budas centrais, e eles contam coisas diferentes. O Mi La Pu-San sentado, réplica em concreto de sete metros, é o mais fotografado. O Shakyamuni deitado representa o alcance do Parinirvana. E o Amitaba, em bronze, é o mais alto na hierarquia de iluminação representada ali. Some a isso a Kuan Yin, deusa da compaixão, os pagodes, os jardins e uma vista do alto que alcança Foz e Ciudad del Este do outro lado da fronteira.

A visita é curta — 30 a 40 minutos bastam, uma hora se você parar nos jardins — e a entrada é franca, o que faz dele um dos poucos atrativos de Foz sem bilheteria. Mas a agenda exige atenção: abre de terça a domingo, das 9h30 às 16h30, e fecha no primeiro domingo de cada mês. É a única regra desse tipo em Foz, e pega desprevenido quem só confere o dia da semana.

Fica no corredor oeste, o mesmo de Itaipu, do Refúgio Biológico e do Ecomuseu, e é o encaixe natural para o buraco de meia hora que sobra num dia dedicado à usina. Lembre que é espaço religioso em funcionamento: silêncio, roupa discreta e nada de pose irreverente ao lado das estátuas. Leve repelente — o terreno é arborizado e tem mosquito.

Destaques

  • Cerca de 120 estátuas
  • Buda de 7 metros
  • Vista até Ciudad del Este
  • Entrada franca

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Que dias o Templo Budista Chen Tien abre?

De terça a domingo, das 9h30 às 16h30 — com uma exceção que costuma passar batido: fecha no primeiro domingo de cada mês. Vale conferir a data antes de montar o dia em torno dele, porque é a única regra desse tipo entre os atrativos de Foz.

Precisa pagar para entrar no templo?

Não. A entrada é franca e não há bilheteria — é um dos poucos atrativos de Foz assim. Em troca, o lugar pede postura: é um espaço religioso em funcionamento, não um museu.

O que tem para ver no Chen Tien?

Cerca de 120 estátuas representando reencarnações de Buda, três Budas centrais — o Mi La Pu-San sentado, de sete metros, o Shakyamuni deitado e o Amitaba em bronze —, a Kuan Yin, pagodes, jardins e um templo principal de mais de dois mil metros quadrados em dois andares.

Quanto tempo dura a visita?

De 30 a 40 minutos para o percurso principal, chegando a uma hora se você parar nos jardins ou quiser um tempo de silêncio. É o atrativo mais curto do corredor oeste e o mais fácil de encaixar num buraco do dia.

Dá para combinar com Itaipu no mesmo dia?

Dá, e é o encaixe mais natural: os dois ficam no corredor oeste, junto do Refúgio Biológico e do Ecomuseu. Como o templo leva menos de uma hora, ele entra depois da usina sem disputar espaço com nada.

Existe regra de roupa ou comportamento?

Sim. Roupa discreta, silêncio nas áreas de culto e nada de poses irreverentes ao lado das estátuas. Fotografar é permitido, com bom senso. E leve repelente: o terreno é arborizado e tem mosquito.

Tem vista da cidade?

Tem, e é um dos motivos de subir: do alto do terreno dá para ver Foz do Iguaçu e, do outro lado do rio, Ciudad del Este, no Paraguai. É uma perspectiva da fronteira diferente da que se tem no Marco das Três Fronteiras.

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